segunda-feira, 7 de março de 2016

Pais equilibrados, filhos mais felizes.


Pais equilibrados e que sabem impor limites aos filhos na hora e na medida certa conseguem educar as crianças para serem felizes e emocionalmente sadias.
Da mesma forma que existe um preparo para a realização de provas, entrevistas de empregos, viagens e tantas outras atividades importantes na vida, também é necessário um preparo para ser mãe e pai.
O conhecimento sobre a situação vai gerar a segurança necessária para agir de modo coerente, pois tal conduta irá assegurar equilíbrio interno em relação a qualquer coisa na vida, incluindo a relação com os filhos.

Uma criança não pode, e nem deve, ser criada solta, fazendo o que bem entende, quando e como quer. Os limites devem ser impostos desde cedo para que a criança aprenda e se torne um adulto de caráter e respeito.
Um dos fatores mais importante é a segurança, física e emocional. As crianças precisam sentir-se seguras com seus responsáveis. Esta segurança está diretamente ligada ao grau de equilíbrio dos pais. Assim, cria-se uma relação de confiança e afeto na qual é possível se construir valores morais para que a criança tenha uma base a seguir.
Desenvolver a autonomia dos filhos, dando-lhes tarefas e orientando-os como realizá-las também é importante. Crianças que cumprem com tarefas domésticas de acordo com a idade, assim como tarefas escolares, aprendem que responsabilidade é algo que todos precisam ter. É necessário haver uma rotina, pois assim as crianças absorvem o que devem fazer e levam aquilo como hábito.
É importante estabelecer horários e regras a serem cumpridas, e, embora seja cansativo e exija muita paciência, principalmente, quando houver necessidade de aplicar castigos, vai poupar muito trabalho mais tarde.

Pais equilibrados atendem as solicitações dos filhos usando de bom senso. Não se deve fazer todas as vontades deles a tempo e a hora, pois tal atitude transforma as crianças em indivíduos mimados ou entediados, que não se satisfazem com nada e sempre estão pedindo e exigindo mais. Se eles só aprenderam a ouvir o “sim”, o que será quando a vida real lhes der um belo e sonoro “não”?

É necessário o bom senso para ceder da mesma forma que para negar. O diálogo deve existir para que os motivos das decisões tomadas sejam explicados, com autoridade e respeito, elogiando quando houver acertos e repreendendo quando erros forem cometidos. Fazer com que a criança reconheça que é amada, ainda que esteja sendo repreendida, faz toda a diferença, pois embora tenha tido um mau comportamento, ela saberá reconhecer que a desaprovação não está sobre sua pessoa, mas em sua atitude. Dessa forma não se destrói a autoestima da criança já que ela irá se deparar com seus pais agindo de forma positiva em momentos de repreensão, fazendo com que reflitam e não voltem a cometer os mesmos erros.

A partir daí essas crianças terão uma melhor noção de comportamento e convivência, tornando-as jovens equilibradas, autônomas, independentes e felizes.

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