segunda-feira, 7 de março de 2016

Eles estão viciados em celular. O que fazer?


Nos dias de hoje, o acesso à tecnologia começa cada vez mais cedo na vida das crianças. Tablet, videogames e smartphones estão presentes na vida de crianças de pouca idade fazendo com que elas desenvolvam um vício pelas novas tecnologias.
Como consequência deste vício, as crianças ficam envolvidas, focam o interesse em joguinhos e vídeos e deixam de dar atenção às coisas realmente importantes. O baixo rendimento escolar, a falta de interação com outras crianças e, em casos mais graves, a necessidade de se registrar as atividades que realiza nas redes sociais para que todos possam ver.

É importante que se utilize a internet para auxílio nos trabalhos escolares e para momentos de distração, mas os usos sem limites e frequente acabam criando uma geração de viciados em tecnologia.

Existem crianças e adolescentes com comportamentos dependentes da tecnologia, que surtam na falta do celular, que dão birra na falta do tablet e etc., mas o que acontece, na maioria das vezes, é que os pais não impõem limites. Com a correria do dia-a-dia, às vezes, o tablet faz papel de babá eletrônica para que os pais tenham um pouco de sossego.
Embora o cansaço faça parte depois de um dia de trabalho duro, é importante que se reserve um tempo para se dedicar à criança. Criar, educar e por limites é desgastante e cansativo, mas quem disse que criar um filho é uma tarefa fácil?
Dialogar, sair para passear e brincar estreita os laços familiares e são responsáveis por criar uma intimidade entre pais e filhos. É importante que os pais participem da vida dos filhos e demonstrem interesse, estejam presentes, e não deixem que a tecnologia sirva como um “educador”.

Uma criança ou adolescente que não têm limites e fazem uso sem moderação das tecnologias estão sujeitas a desenvolver obesidade, ter dificuldades sociais, tender a ficar mais nervosa, além de prejuízos no aprendizado. São diversos problemas que poderiam ser evitados com a imposição de limites.

Observe o tempo em que seu filho passa usando a tecnologia. O tempo recomendado, que crianças entre 6 e 12 anos passem em tablets e vídeos games, é de 2 horas por dia, antes disso não é recomendado o uso destes dispositivos. Se a criança deixa de se interessar por atividades em família, brincar com colegas e até comer para ficar jogando, é sinal de que ela está viciada e a atenção deve ser redobrada.

Os pais devem ficar atentos e estipular horários e tempo para a utilização destes dispositivos, mas vale lembrar que de nada adianta impor horário para brincar no tablet se após isso a criança vai para o computador.Além de impor limites, é importante que haja um acompanhamento sobre as atividades das crianças e dos adolescentes na rede a fim de mantê-las seguras.

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