Nos
dias de hoje, o acesso à tecnologia começa cada vez mais cedo na vida das
crianças. Tablet, videogames e smartphones estão presentes na vida de crianças
de pouca idade fazendo com que elas desenvolvam um vício pelas novas
tecnologias.
Como
consequência deste vício, as crianças ficam envolvidas, focam o interesse em
joguinhos e vídeos e deixam de dar atenção às coisas realmente importantes. O
baixo rendimento escolar, a falta de interação com outras crianças e, em casos
mais graves, a necessidade de se registrar as atividades que realiza nas redes
sociais para que todos possam ver.
É
importante que se utilize a internet para auxílio nos trabalhos escolares e
para momentos de distração, mas os usos sem limites e frequente acabam criando
uma geração de viciados em tecnologia.
Existem
crianças e adolescentes com comportamentos dependentes da tecnologia, que
surtam na falta do celular, que dão birra na falta do tablet e etc., mas o que
acontece, na maioria das vezes, é que os pais não impõem limites. Com a
correria do dia-a-dia, às vezes, o tablet faz papel de babá eletrônica para que
os pais tenham um pouco de sossego.
Embora
o cansaço faça parte depois de um dia de trabalho duro, é importante que se
reserve um tempo para se dedicar à criança. Criar, educar e por limites é
desgastante e cansativo, mas quem disse que criar um filho é uma tarefa fácil?
Dialogar, sair para passear e brincar estreita os laços familiares e
são responsáveis por criar uma intimidade entre pais e filhos. É importante que
os pais participem da vida dos filhos e demonstrem interesse, estejam presentes,
e não deixem que a tecnologia sirva como um “educador”.
Uma
criança ou adolescente que não têm limites e fazem uso sem moderação das
tecnologias estão sujeitas a desenvolver obesidade, ter dificuldades sociais,
tender a ficar mais nervosa, além de prejuízos no aprendizado. São diversos
problemas que poderiam ser evitados com a imposição de limites.
Observe
o tempo em que seu filho passa usando a tecnologia. O tempo recomendado, que
crianças entre 6 e 12 anos passem em tablets e vídeos games, é de 2 horas por dia,
antes disso não é recomendado o uso destes dispositivos. Se a criança deixa de
se interessar por atividades em família, brincar com colegas e até comer para
ficar jogando, é sinal de que ela está viciada e a atenção deve ser redobrada.
Os
pais devem ficar atentos e estipular horários e tempo para a utilização destes
dispositivos, mas vale lembrar que de nada adianta impor horário para brincar
no tablet se após isso a criança vai para o computador.Além de impor limites, é
importante que haja um acompanhamento sobre as atividades das crianças e dos adolescentes
na rede a fim de mantê-las seguras.

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