Crianças que crescem ouvindo sobre Deus, são adolescentes mais tranquilos.
“Quem
é o seu herói?” Pergunta o educador para as crianças. “Ben 10, Homem-Aranha,
Thor, Power Ranger” etc... Respondem as crianças. “E Jesus?” Retruca o
educador... Silêncio...
Esse educador, de forma brilhante, coloca Jesus no
tamanho da compreensão da criança ao mesmo tempo que o mantem nessa dimensão de herói,
salvador dos homens, mestre da educação, que veio exemplificar o que Deus
espera de nós.
Falar de Deus é falar dessa força maior, sabedoria
suprema, que criou as leis e o universo para amarmos uns aos outros. Quando
falamos de Deus para as crianças despertamos seu inconsciente ativando a
centelha divina instalada em todos nós, onde estão impressas leis eternas
e universais que nos impelem a avançarmos moralmente.
Jesus nos ensina que amar a Deus sobre todas as
coisas, com todo nosso coração, de toda nossa alma e de todo nosso espírito é o maior e o primeiro
mandamento. E acrescenta: “Eis o segundo, que é semelhante ao primeiro: amarás o teu próximo, como a ti mesmo”
Sim, para vivermos em sociedade é preciso saber respeitar, compreender, tolerar,
perdoar, cooperar... É preciso amar. E para
aprendermos a amar a nós mesmos e amarmos o outro na mesma proporção, precisamos
amar essa luz maior que magistralmente criou o universo e nos inseriu nele para
desenvolvermos os sentimentos com os quais Ele nos marcou.
Pesquisadores buscam encontrar a causa primária de
todas as coisas. Hoje se fala da “partícula de Deus”. Embora o nome dado seja
apenas uma analogia com um fato bíblico, ficamos felizes com a nomenclatura
utilizada uma vez que entendemos que só uma sabedoria suprema poderia ser
responsável por leis tão complexas que regem o universo: Deus. Hoje as
pesquisas sobre a religiosidade voltam a ocupar o cenário acadêmico. Estudos
que avaliaram o impacto da religiosidade na vida das pessoas apontam para
resultados significativos mostrando que jovens que estão envolvidos com alguma religião são
menos propensos a se envolverem com vícios de drogas e álcool e a desenvolverem
quadros depressivos, o que nos leva a entender que ter uma religião é ter uma conduta de
vida sustentada por valores morais. Aos poucos vamos introduzindo na nossa
educação os estudos sobre Deus da mesma maneira como hoje estudamos as leis da
física, da química, equações matemáticas, história da humanidade etc.
Nesse contexto, tal conduta de vida deve ser
proposta ao individuo ainda no ventre materno, onde esse ser em desenvolvimento
recebe as primeiras informações sensoriais que irão contribuir para formar o “olhar”
deles sobre o mundo vive.
Nós apresentamos às crianças os pais, os avós, os
irmãos, e por que não apresentarmos esse pai maior, Deus? Pais e educadores têm
essa considerável e linda tarefa de serem cicerones desses pequenos, cheios de
curiosidade e interesse, sequiosos de informações em todos os setores,
principalmente moral.
A evolução tecnológica proporciona a realização de
muitas atividades ao mesmo tempo, de forma que não sentimos mais o tempo passar
e em um piscar de olhos lá se foi mais um semestre. Sim meus amigos, o tempo
urge. E na educação infantil, os anos passam como uma brisa leve a nos
acariciar. Sendo assim, vamos aprender a usar esse tempo em favor da educação
das crianças. E é no aconchego de um ambiente acolhedor, seja em casa ou na
escola, que formamos uma atmosfera de amor para falar de AMOR (Deus).
É no dia-a-dia, com simplicidade, que falamos de
Deus para as crianças, orientando-as a serem homens de valores morais elevados.
Falar sobre Deus é também ouvir sobre Deus, é uma troca de amor. Nessa troca
amadurecemos moralmente, e exercitamos a vivência dos ensinos do
Mestre. E não há forma de ensino mais eficaz do que o exemplo, a
prática diária daquilo que falamos.
Unir-se a uma criança no sublime momento da oração é
convidá-la a um intercambio de sentimentos com Jesus. “Querido amigo Jesus,
obrigada pelo dia, esteja conosco em todos os momentos”, “Obrigada Deus, pelo
alimento que a natureza nos ofereceu com carinho”, “Obrigada, pai amado, pelas
graças do trabalho diário, que nos fortalece a cada dia”.
- Como Jesus
pode me ouvir? – perguntam as crianças.
- Ah, nossos pensamentos são como bolinhas de
sabão. Quando as soltamos são levadas
pelo vento e sobem rápidas, leves e coloridas.
Assim, numa oração, nossas bolinhas de pensamento chegarão até nossos
anjos da guarda, até Jesus, até Deus que sempre os receberão com muito carinho.
De forma lúdica apresentamos Deus às crianças. Também
apresentamos Deus às crianças no serviço do bem. Fazer parte de um trabalho voluntário e levar as
crianças para vivenciar essa belíssima tarefa pode ser uma boa estratégia para
exemplificar o amor ao próximo.
A educação moral ainda é um desafio uma vez que
nosso dever é despertar o que já existe no individuo entendendo que a prática
do bem depende da vontade de cada um.
Dados
Fonoaudióloga
Mestre em neurociências
Evangelizadora Infantil


Que bacana esse post, aliás o blog é muito fofo.
ResponderExcluirParabéns!!!
Oi Lilian,
ResponderExcluirObrigada, o que é lindo.Todo fofo também.
Abraços.
Texto maravilhoso!!! Parabéns!
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