quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A importância de Deus na educação das crianças


                    Crianças que crescem ouvindo sobre Deus, são adolescentes mais tranquilos.


 

            “Quem é o seu herói?” Pergunta o educador para as crianças. “Ben 10, Homem-Aranha, Thor, Power Ranger” etc... Respondem as crianças. “E Jesus?” Retruca o educador... Silêncio...

Esse educador, de forma brilhante, coloca Jesus no tamanho da compreensão da criança ao mesmo tempo  que o mantem nessa dimensão de herói, salvador dos homens, mestre da educação, que veio exemplificar o que Deus espera de nós.

Falar de Deus é falar dessa força maior, sabedoria suprema, que criou as leis e o universo para amarmos uns aos outros. Quando falamos de Deus para as crianças despertamos seu inconsciente ativando a centelha divina instalada em todos nós, onde estão impressas leis eternas e universais que nos impelem a avançarmos moralmente.

Jesus nos ensina que amar a Deus sobre todas as coisas, com todo nosso coração, de toda nossa alma e de todo nosso espírito é o maior e o primeiro mandamento. E acrescenta: “Eis o segundo, que é semelhante ao primeiro: amarás o teu próximo, como a ti mesmo”

Sim, para vivermos em sociedade é preciso saber respeitar, compreender, tolerar, perdoar, cooperar... É preciso amar. E para aprendermos a amar a nós mesmos e amarmos o outro na mesma proporção, precisamos amar essa luz maior que magistralmente criou o universo e nos inseriu nele para desenvolvermos os sentimentos com os quais Ele nos marcou.

Pesquisadores buscam encontrar a causa primária de todas as coisas. Hoje se fala da “partícula de Deus”. Embora o nome dado seja apenas uma analogia com um fato bíblico, ficamos felizes com a nomenclatura utilizada uma vez que entendemos que só uma sabedoria suprema poderia ser responsável por leis tão complexas que regem o universo: Deus. Hoje as pesquisas sobre a religiosidade voltam a ocupar o cenário acadêmico. Estudos que avaliaram o impacto da religiosidade na vida das pessoas apontam para resultados significativos mostrando que jovens que estão envolvidos com alguma religião são menos propensos a se envolverem com vícios de drogas e álcool e a desenvolverem quadros depressivos, o que nos leva a entender que ter uma religião é ter uma conduta de vida sustentada por valores morais. Aos poucos vamos introduzindo na nossa educação os estudos sobre Deus da mesma maneira como hoje estudamos as leis da física, da química, equações matemáticas, história da humanidade etc. 

Nesse contexto, tal conduta de vida deve ser proposta ao individuo ainda no ventre materno, onde esse ser em desenvolvimento recebe as primeiras informações sensoriais que irão contribuir para formar o “olhar” deles sobre o mundo vive.

Nós apresentamos às crianças os pais, os avós, os irmãos, e por que não apresentarmos esse pai maior, Deus? Pais e educadores têm essa considerável e linda tarefa de serem cicerones desses pequenos, cheios de curiosidade e interesse, sequiosos de informações em todos os setores, principalmente moral.

A evolução tecnológica proporciona a realização de muitas atividades ao mesmo tempo, de forma que não sentimos mais o tempo passar e em um piscar de olhos lá se foi mais um semestre. Sim meus amigos, o tempo urge. E na educação infantil, os anos passam como uma brisa leve a nos acariciar. Sendo assim, vamos aprender a usar esse tempo em favor da educação das crianças. E é no aconchego de um ambiente acolhedor, seja em casa ou na escola, que formamos uma atmosfera de amor para falar de AMOR (Deus).

É no dia-a-dia, com simplicidade, que falamos de Deus para as crianças, orientando-as a serem homens de valores morais elevados. Falar sobre Deus é também ouvir sobre Deus, é uma troca de amor. Nessa troca amadurecemos moralmente, e exercitamos a vivência dos ensinos do Mestre.  E não há forma de ensino mais eficaz do que o exemplo, a prática diária daquilo que falamos. 

Unir-se a uma criança no sublime momento da oração é convidá-la a um intercambio de sentimentos com Jesus. “Querido amigo Jesus, obrigada pelo dia, esteja conosco em todos os momentos”, “Obrigada Deus, pelo alimento que a natureza nos ofereceu com carinho”, “Obrigada, pai amado, pelas graças do trabalho diário, que nos fortalece a cada dia”.

 - Como Jesus pode me ouvir? – perguntam as crianças.

- Ah, nossos pensamentos são como bolinhas de sabão.  Quando as soltamos são levadas pelo vento e sobem rápidas, leves e coloridas.  Assim, numa oração, nossas bolinhas de pensamento chegarão até nossos anjos da guarda, até Jesus, até Deus que sempre os receberão com muito carinho.

De forma lúdica apresentamos Deus às crianças. Também apresentamos Deus às crianças no serviço do bem. Fazer parte de um trabalho voluntário e levar as crianças para vivenciar essa belíssima tarefa pode ser uma boa estratégia para exemplificar o amor ao próximo.

A educação moral ainda é um desafio uma vez que nosso dever é despertar o que já existe no individuo entendendo que a prática do bem depende da vontade de cada um.

Dados

 
Caroline Araújo
Fonoaudióloga
Mestre em neurociências
Evangelizadora Infantil




 


 

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